Foto: Joyce Barbosa Por Joyce Barbosa Há mais de 20 anos, no Festival Internacional de Dança do Recife, vi um solo de uma artista em que ela entrava em cena carregando várias pedras, de tamanhos irregulares e escuras. Ela as depositava tranquilamente no chão, de maneira organizada para, em seguida, começar uma dança extremamente vigorosa, em pé, pelo palco. À medida que, com cuidado, as redistribuía pelo espaço seus movimentos tornavam-se lentos e ainda mais precisos. Em det